Sexta-feira, frio em São Paulo, decidi deitar cedo e assistir a um filme embaixo das cobertas quentinhas. Escolhi um que adquiri há poucos dias nas Americanas (Meu deus, se você curte filmes clássicos, eles têm promoções de DVDs por R$13!!!), da Audrey Hepburn, Uma cruz à beira do abismo.
Pra começar, eu gosto muito da Audrey, é uma atriz que eu admiro tanto pelo trabalho, quanto pela beleza (interna e externa), a história de vida, o quanto ela ajudou o mundo, enfim, diversos motivos. Tenho coleções de vários filmes dela e sempre que vejo um que não tenho, já compro sem nem saber do que se trata, ainda mais por esse precinho né?
Já sabia que não seria lá aquelas coisas, já que no filme a Audrey vive uma freira e tal, bem diferente dos outros papéis dela, mas resolvi assistir mesmo assim. Pior escolha que eu poderia ter feito. O filme tem 2h30 mas parece durar uma eternidade. Juro, eu parei de prestar atenção diversas vezes e o filme não acabava.
A história é até interessante… Hepburn faz o papel de uma freira, com muita dificuldade para cumprir seus votos, filha de um conhecido médico e que sonha em ser enfermeira no Congo. Acompanhamos a trajetória no convento, seus estudos, seus outros trabalhos antes de finalmente conseguir o trabalho dos sonhos. Lá ela se destaca, porém retorna ao seu país (Bélgica) quando rompe a II Guerra Mundial. Confesso que depois disso, desisti do filme por ser extremamente monótono. Nem vi o final mas também não tenho muito interesse em saber o que aconteceu depois disso.
O filme foi indicado a 8 Oscars, incluindo melhor filme (WTF). É de 1958 (o que não diz nada…). Tão importante, tem uma menção mínima em um livro que tenho da Audrey, " O sucesso de seu casamento com Ferrer, as boas críticas e sucesso nas bilheterias de Uma Cruz à beira do abismo…" Só. SÓ.
Eu não recomendo.
Beijos,
Becky ♥
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Direito de permanecer na pista de dança.
Pop. Essa é a maior influência no novo álbum do All Time Low, Dirty Work, que vazou essa semana na internet (O lançamento oficial é só dia 7 de junho). Os 4 rapazes passaram pelo Brasil no começo desse ano com a turnê do álbum Nothing Personal, com uma pegada bem mais pesada do que a do novo CD.
O primeiro single, I feel like dancin', tem um clipe bem criativo e com a essência e personalidade dos integrantes. Fazendo paródia de tudo que existe hoje na música e como as bandas são facilmente influenciadas pelas gravadoras, a banda acaba contando, sem querer, a história deles mesmos, ao tentar ironizar. O primeiro álbum lançado por uma gravadora grande não agradou muito alguns fãs das antigas, justamente pela pegada mais pop e comercial. Há quem diga que eles mudaram o estilo para que fizessem mais sucesso, já que a banda não é muito conhecida fora do cenário em que se encontra.
Eu particularmente adorei o CD, apesar de não achar tão bom quanto o anterior. Acredito que as letras estão mais maduras e ironicamente, as músicas que eu mais gostei foram as que parecem mais as do Nothing Personal. Conversei com meu amigo Willian que curte ATL há uns dois anos. Ele disse que apesar do amadurecimento nas letras, não é o que ele queria ouvir da banda e não acha que esse estilo adotado possa levá-los a lugares mais altos. Porém, depois de ouvir mais vezes se acostumou, mas não consegue ouvir muito como os anteriores. Sua música favorita é Do You Want Me (Dead?).
Em relação a arte da capa, achei bonita. Diferente do que eles fizeram nos outros álbuns, dessa vez os integrantes aparecem, mas acho que as fotos ficaram um pouco estranhas. Parece ter uma diferença de cor entre eles, como se as fotos tivessem sido tiradas separadamente (parece muito…) e depois reunidas. Acho que faltou interação entre eles, todos parados lá enquanto o Alex (vocalista) se diferencia, se divertindo no All Time Low style.

Aqui vai minha opinião sobre as músicas que vocês podem ouvir clicando no nome:
Do You Want Me (Dead?): Acho que essa música mistura muito o Nothing Personal com o que o ATL quis trazer nesse CD. Me imagino facilmente gritando a letra e dançando super animada num show deles (já tá na hora de voltar hein, seus lindos!).
"I'm getting sick of your bullshit attitude and how you walk around like you shine brighter"
I Feel Like Dancin': Vou admitir que quando eles liberaram a música eu não gostei muito. Tinha gostado muito mais de Time Bomb (primeira música liberada) e tinha achado essa muito diferente do estilo deles. Então, de fato ela é bem diferente e por isso devem ter escolhido como primeiro single. Com o tempo comecei a gostar e agora já berro a letra, mas acredito que o clipe ajudou muito a aceitar esse novo estilo deles, junto com o cd completo. E realmente, te faz querer dançar viu? Acho que tem muito da personalidade dos meninos na música, é divertida, imagino eles tocando no show.
"I think some dude just grabbed my junk, now I know how Ke$ha must be feeling"
Forget About It: Mais uma que percebo uma mistura entre os dois estilos propostos. Não gosto muito dessa faixa. Mas assim, música que qualquer um pode se identificar também. Às vezes você acha que ta tudo dando certo, mas dai você percebe que só tava sendo enganado.. é.
"Then there are days like today, when you make me wanna tear my fucking hair out"
Guts: Gosto bastante do ritmo da música, acho diferente, super me imagino dançando no show, falei. Música meio pra te encorajar a falar e fazer tudo o que você quiser.
"Finally I can see, honestly I've got the guts to say anything."
Time Bomb (Afinal, tá no CD ou não???): A primeira música que pudemos escutar do Dirty Work foi como amor a primeira vista pra mim. Gostei logo que ouvi e fiquei muito animada com o que vinha pela frente. Ainda é uma das minhas favoritas, gosto bastante da letra e me lembra o ATL de antes.
"Got your heart in my hands like a time bomb ticking, we should know better but we won't let go"
Just The Way I'm Not: Gosto do ritmo e da letra, bastante. Se fosse um pouco mais acelerada, acho que conseguiria ver no NP. Não tenho muito o que dizer sobre essa.
"All because I like you just the way you aren't, you like me just the way I'm not"
Under A Paper Moon: Outra música que os fãs falaram MUITO e que é a favorita da maioria pelo jeito, inclusive a minha. Gosto muito do ritmo, de como os vocais se encaixam, da voz do Alex, da letra, do refrão, DE TUDO. Me lembra mais o ATL antigo.
"Me and you living under a paper moon, cause real life just isn't right, let's fabricate"
Return The Favor: Não gosto do começo, não acho que seja muito o estilo deles. Acho a letra uma das mais bonitas do CD, pra ouvir quando ta na fossa. Só eu sinto que essa música é pra Demi Lovato gente? Sei la, ela e o Alex tiveram um casinho e tem referência a várias músicas dela.
"Get back to old days.."
"You're anything but ordinary"
"Did you forget what I said?"
"Train wreck, (here we) here we go again"
"I put it on the line"
O que vocês acham hein?
No Idea: Acho essa a mais diferente de todas, não no mau sentido. A voz do Alex tá linda, o que não é novidade. Gosto da letra e do ritmo. Pra cantar no show com a mão pro alto e tal, numa vibe fofa.
"She's so close when i'm far away, when i'm so far away, let me dream, let me stay"
Daydream Away: Achei a letra lindíssima, me identifico muito, assim como todos podem se identificar também. Típica letra de apaixonadinhos. Toda vez que começa a tocar, eu abro um sorrisão. A voz do Alex está muito bonita.
"'Cause right now could last forever just as long as i'm with you"
Heroes: Quando fui baixar o cd, fui ler os comentários na maior comunidade do ATL no orkut. Heroes era a mais comentada, todos estavam adorando e tal. Fiquei muito curiosa pra ouvir a música e tive uma surpresa, felizmente foi positiva. Música pra você berrar a letra, que poderia estar facilmente no Nothing Personal. Uma das minhas favoritas, tudo me agrada.
"'Cause if we stand for nothing, we'll fall for anything"
That Girl: Adoro, adoro, adoro essa música! :) Acho bem diferente, tem uma vibe mais pra dançar e tal, ouvir com os amigos.
"So what am i supposed to do whoa oh when she's so damn cold like 20 below?"
E vocês, o que acharam do CD? Curtem a banda? :)
Beijos,
Becky ♥
O primeiro single, I feel like dancin', tem um clipe bem criativo e com a essência e personalidade dos integrantes. Fazendo paródia de tudo que existe hoje na música e como as bandas são facilmente influenciadas pelas gravadoras, a banda acaba contando, sem querer, a história deles mesmos, ao tentar ironizar. O primeiro álbum lançado por uma gravadora grande não agradou muito alguns fãs das antigas, justamente pela pegada mais pop e comercial. Há quem diga que eles mudaram o estilo para que fizessem mais sucesso, já que a banda não é muito conhecida fora do cenário em que se encontra.
Eu particularmente adorei o CD, apesar de não achar tão bom quanto o anterior. Acredito que as letras estão mais maduras e ironicamente, as músicas que eu mais gostei foram as que parecem mais as do Nothing Personal. Conversei com meu amigo Willian que curte ATL há uns dois anos. Ele disse que apesar do amadurecimento nas letras, não é o que ele queria ouvir da banda e não acha que esse estilo adotado possa levá-los a lugares mais altos. Porém, depois de ouvir mais vezes se acostumou, mas não consegue ouvir muito como os anteriores. Sua música favorita é Do You Want Me (Dead?).
Em relação a arte da capa, achei bonita. Diferente do que eles fizeram nos outros álbuns, dessa vez os integrantes aparecem, mas acho que as fotos ficaram um pouco estranhas. Parece ter uma diferença de cor entre eles, como se as fotos tivessem sido tiradas separadamente (parece muito…) e depois reunidas. Acho que faltou interação entre eles, todos parados lá enquanto o Alex (vocalista) se diferencia, se divertindo no All Time Low style.

Aqui vai minha opinião sobre as músicas que vocês podem ouvir clicando no nome:
Do You Want Me (Dead?): Acho que essa música mistura muito o Nothing Personal com o que o ATL quis trazer nesse CD. Me imagino facilmente gritando a letra e dançando super animada num show deles (já tá na hora de voltar hein, seus lindos!).
"I'm getting sick of your bullshit attitude and how you walk around like you shine brighter"
I Feel Like Dancin': Vou admitir que quando eles liberaram a música eu não gostei muito. Tinha gostado muito mais de Time Bomb (primeira música liberada) e tinha achado essa muito diferente do estilo deles. Então, de fato ela é bem diferente e por isso devem ter escolhido como primeiro single. Com o tempo comecei a gostar e agora já berro a letra, mas acredito que o clipe ajudou muito a aceitar esse novo estilo deles, junto com o cd completo. E realmente, te faz querer dançar viu? Acho que tem muito da personalidade dos meninos na música, é divertida, imagino eles tocando no show.
"I think some dude just grabbed my junk, now I know how Ke$ha must be feeling"
Forget About It: Mais uma que percebo uma mistura entre os dois estilos propostos. Não gosto muito dessa faixa. Mas assim, música que qualquer um pode se identificar também. Às vezes você acha que ta tudo dando certo, mas dai você percebe que só tava sendo enganado.. é.
"Then there are days like today, when you make me wanna tear my fucking hair out"
Guts: Gosto bastante do ritmo da música, acho diferente, super me imagino dançando no show, falei. Música meio pra te encorajar a falar e fazer tudo o que você quiser.
"Finally I can see, honestly I've got the guts to say anything."
Time Bomb (Afinal, tá no CD ou não???): A primeira música que pudemos escutar do Dirty Work foi como amor a primeira vista pra mim. Gostei logo que ouvi e fiquei muito animada com o que vinha pela frente. Ainda é uma das minhas favoritas, gosto bastante da letra e me lembra o ATL de antes.
"Got your heart in my hands like a time bomb ticking, we should know better but we won't let go"
Just The Way I'm Not: Gosto do ritmo e da letra, bastante. Se fosse um pouco mais acelerada, acho que conseguiria ver no NP. Não tenho muito o que dizer sobre essa.
"All because I like you just the way you aren't, you like me just the way I'm not"
Under A Paper Moon: Outra música que os fãs falaram MUITO e que é a favorita da maioria pelo jeito, inclusive a minha. Gosto muito do ritmo, de como os vocais se encaixam, da voz do Alex, da letra, do refrão, DE TUDO. Me lembra mais o ATL antigo.
"Me and you living under a paper moon, cause real life just isn't right, let's fabricate"
Return The Favor: Não gosto do começo, não acho que seja muito o estilo deles. Acho a letra uma das mais bonitas do CD, pra ouvir quando ta na fossa. Só eu sinto que essa música é pra Demi Lovato gente? Sei la, ela e o Alex tiveram um casinho e tem referência a várias músicas dela.
"Get back to old days.."
"You're anything but ordinary"
"Did you forget what I said?"
"Train wreck, (here we) here we go again"
"I put it on the line"
O que vocês acham hein?
No Idea: Acho essa a mais diferente de todas, não no mau sentido. A voz do Alex tá linda, o que não é novidade. Gosto da letra e do ritmo. Pra cantar no show com a mão pro alto e tal, numa vibe fofa.
"She's so close when i'm far away, when i'm so far away, let me dream, let me stay"
Daydream Away: Achei a letra lindíssima, me identifico muito, assim como todos podem se identificar também. Típica letra de apaixonadinhos. Toda vez que começa a tocar, eu abro um sorrisão. A voz do Alex está muito bonita.
"'Cause right now could last forever just as long as i'm with you"
Heroes: Quando fui baixar o cd, fui ler os comentários na maior comunidade do ATL no orkut. Heroes era a mais comentada, todos estavam adorando e tal. Fiquei muito curiosa pra ouvir a música e tive uma surpresa, felizmente foi positiva. Música pra você berrar a letra, que poderia estar facilmente no Nothing Personal. Uma das minhas favoritas, tudo me agrada.
"'Cause if we stand for nothing, we'll fall for anything"
That Girl: Adoro, adoro, adoro essa música! :) Acho bem diferente, tem uma vibe mais pra dançar e tal, ouvir com os amigos.
"So what am i supposed to do whoa oh when she's so damn cold like 20 below?"
E vocês, o que acharam do CD? Curtem a banda? :)
Beijos,
Becky ♥
terça-feira, 24 de maio de 2011
All we need is Paul
Paul McCartney desembarcou no Brasil mais uma vez, depois de seis meses dos shows realizados em Porto Alegre e São Paulo no final do ano passado.
De volta ao país para dois shows na cidade maravilhosa, o cantor se hospedou com sua noiva Nancy Shevell no Copacabana Palace, atraindo multidões para as portas do hotel em busca de uma aparição do ex-beatle. Simpático como sempre, fez questão de acenar para os fãs diversas vezes e chamou muitos sortudos ao palco durante a passagem de som com acesso liberado para quem tivesse comprado um ingresso especial.
A setlist do primeiro show, realizado no domingo, não foi muito diferente da escolhida para os shows do ano passado: teve a exclusão da música "My Love" (feita por Paul para a "gatinha" Linda, ex-mulher que morreu de câncer) e a presença de "Hello Goodbye" como música de abertura (quando ele normalmente opta por Venus and Mars/Rock show ou Magical Mystery Tour). Esbanjando energia e jovialidade, cantou e tocou por três horas, além de arriscar um português com sotaque carioca. O cantor também falou em português nos shows de 2010, porém bem mais que no Rio de Janeiro.

O momento mais emocionante foi, com certeza, quando durante a famosa "Hey Jude" os fãs levantaram cartazes com os escritos "Na" e bexigas coloridas. Surpresa parecida aconteceu em São Paulo, gerando muitos comentários dos membros da banda e do próprio Paul, quando fãs por todo o estádio do Morumbi levantaram bexigas brancas em "Give Peace A Chance". Em carta oficial divulgada na segunda, escrita pelo próprio Paul, ele comenta o seguinte: Foi uma coisa muito visual. Foi muito emocionante porque os fãs tiveram todo este trabalho. Ele poderiam ter apenas vindo ao show e assistido, mas eles se falaram antes para criar este momento tão especial. Ele se conectaram uns com os outros, depois conectaram-se conosco e com a equipe inteira. Todos se sentiram unidos. Foi muito excitante e emocionante ver que as pessoas se importam tanto.

O segundo show, despedida do cantor, foi cheio de surpresas. A começar pelo figurino, lembrando os tempos de Beatles, todo preto, a contrário dos blazers azuis ou roxos usados anteriormente.
A música de abertura foi Magical Mystery Tour e Paul estava mais relaxado e interagiu mais com o público. A setlist foi praticamente toda diferente incluindo músicas como "I'm looking through you", "Got to get you into my life", "I saw her standing there" e "Coming Up". Chamou fãs para subir ao palco e distribuiu autógrafos.
Se despedindo com um "até logo", Paul deixou os fãs com vontade de quero mais e ansiosos por uma volta ao país em breve.

Tive a oportunidade de assistir ao primeiro show (21 de novembro) em SP, show este que Paul comentou ter sido um dos melhores de sua carreira. Foi único poder ver ao vivo meu beatle favorito e juro, mesmo, que até hoje não acredito que de fato aconteceu.
Experiência inesquecível.

Beijos,
Becky ♥
De volta ao país para dois shows na cidade maravilhosa, o cantor se hospedou com sua noiva Nancy Shevell no Copacabana Palace, atraindo multidões para as portas do hotel em busca de uma aparição do ex-beatle. Simpático como sempre, fez questão de acenar para os fãs diversas vezes e chamou muitos sortudos ao palco durante a passagem de som com acesso liberado para quem tivesse comprado um ingresso especial.
A setlist do primeiro show, realizado no domingo, não foi muito diferente da escolhida para os shows do ano passado: teve a exclusão da música "My Love" (feita por Paul para a "gatinha" Linda, ex-mulher que morreu de câncer) e a presença de "Hello Goodbye" como música de abertura (quando ele normalmente opta por Venus and Mars/Rock show ou Magical Mystery Tour). Esbanjando energia e jovialidade, cantou e tocou por três horas, além de arriscar um português com sotaque carioca. O cantor também falou em português nos shows de 2010, porém bem mais que no Rio de Janeiro.

O momento mais emocionante foi, com certeza, quando durante a famosa "Hey Jude" os fãs levantaram cartazes com os escritos "Na" e bexigas coloridas. Surpresa parecida aconteceu em São Paulo, gerando muitos comentários dos membros da banda e do próprio Paul, quando fãs por todo o estádio do Morumbi levantaram bexigas brancas em "Give Peace A Chance". Em carta oficial divulgada na segunda, escrita pelo próprio Paul, ele comenta o seguinte: Foi uma coisa muito visual. Foi muito emocionante porque os fãs tiveram todo este trabalho. Ele poderiam ter apenas vindo ao show e assistido, mas eles se falaram antes para criar este momento tão especial. Ele se conectaram uns com os outros, depois conectaram-se conosco e com a equipe inteira. Todos se sentiram unidos. Foi muito excitante e emocionante ver que as pessoas se importam tanto.

O segundo show, despedida do cantor, foi cheio de surpresas. A começar pelo figurino, lembrando os tempos de Beatles, todo preto, a contrário dos blazers azuis ou roxos usados anteriormente.
A música de abertura foi Magical Mystery Tour e Paul estava mais relaxado e interagiu mais com o público. A setlist foi praticamente toda diferente incluindo músicas como "I'm looking through you", "Got to get you into my life", "I saw her standing there" e "Coming Up". Chamou fãs para subir ao palco e distribuiu autógrafos.
Se despedindo com um "até logo", Paul deixou os fãs com vontade de quero mais e ansiosos por uma volta ao país em breve.

Tive a oportunidade de assistir ao primeiro show (21 de novembro) em SP, show este que Paul comentou ter sido um dos melhores de sua carreira. Foi único poder ver ao vivo meu beatle favorito e juro, mesmo, que até hoje não acredito que de fato aconteceu.
Experiência inesquecível.

Beijos,
Becky ♥
domingo, 22 de maio de 2011
Requiém para um pesadelo.
Olá,
Requiém para um sonho é o tipo de filme que te deixa perturbado. Os movimentos de câmera, as edições rápidas com imagens desagradáveis e a atuação brilhante dos atores te fazem sentir o que os personagens estão sentindo.
O filme trata basicamente de vícios e a que ponto as pessoas podem chegar para satisfazer as necessidades. Três jovens amigos viciados em cocaína e heroína entram para o tráfico de drogas para ganhar dinheiro fácil e realizar seus sonhos. Já a mãe de um deles, viciada inicialmente em televisão, vive uma relação fria com o filho e passa a ficar obcecada com seu peso após receber um estranho telefonema convidando-a para aparecer no programa de televisão que tanto gosta. A partir dai, ela faz de tudo para perder alguns quilinhos e entrar no seu querido vestido vermelho, usado na formatura do filho. A questão não é apenas o vestido, mas a aceitação que recebe das vizinhas quando visita um médico (muito anti-ético por sinal, já que nem olha na cara da paciente) e começa a tomar remédios para emagrecer. As alucinações sofridas pela personagem são incrivelmente representadas por Ellen Burstyn (O exorcista).
Fica bem claro que são as pessoas mais solitárias e fracas que se lançaram ao vicio, acreditando que o que estavam fazendo era positivo já que só estavam atrás da realização de seus sonhos. Cada vez que vão mais a fundo, mais alta é a queda que os espera no final.
A trilha sonora, já conhecida por mim mas que não fazia idéia que pertencia ao filme, é repetida diversas vezes, e junto com a edição, provoca o sentimento de angústia.
Achei incrível e criativo o jeito de mostrar os personagens se drogando. Algumas cenas são chocantes, mas nada que não fosse esperado vindo do diretor Darren Aronofsky que também dirigiu Cisne Negro.
Filme interessante para ver com os amigos, mas nada que leve a uma discussão sobre o final, como foi o caso da película estrelada por Natalie Portman.
Vale a pena assistir pra ver Jared Leto (30 seconds to Mars) magrinho e mais novo! hahaha
E você, já assistiu o filme?
Beijos,
Becky ♥
Requiém para um sonho é o tipo de filme que te deixa perturbado. Os movimentos de câmera, as edições rápidas com imagens desagradáveis e a atuação brilhante dos atores te fazem sentir o que os personagens estão sentindo.
O filme trata basicamente de vícios e a que ponto as pessoas podem chegar para satisfazer as necessidades. Três jovens amigos viciados em cocaína e heroína entram para o tráfico de drogas para ganhar dinheiro fácil e realizar seus sonhos. Já a mãe de um deles, viciada inicialmente em televisão, vive uma relação fria com o filho e passa a ficar obcecada com seu peso após receber um estranho telefonema convidando-a para aparecer no programa de televisão que tanto gosta. A partir dai, ela faz de tudo para perder alguns quilinhos e entrar no seu querido vestido vermelho, usado na formatura do filho. A questão não é apenas o vestido, mas a aceitação que recebe das vizinhas quando visita um médico (muito anti-ético por sinal, já que nem olha na cara da paciente) e começa a tomar remédios para emagrecer. As alucinações sofridas pela personagem são incrivelmente representadas por Ellen Burstyn (O exorcista).
Fica bem claro que são as pessoas mais solitárias e fracas que se lançaram ao vicio, acreditando que o que estavam fazendo era positivo já que só estavam atrás da realização de seus sonhos. Cada vez que vão mais a fundo, mais alta é a queda que os espera no final.
A trilha sonora, já conhecida por mim mas que não fazia idéia que pertencia ao filme, é repetida diversas vezes, e junto com a edição, provoca o sentimento de angústia.
Achei incrível e criativo o jeito de mostrar os personagens se drogando. Algumas cenas são chocantes, mas nada que não fosse esperado vindo do diretor Darren Aronofsky que também dirigiu Cisne Negro.
Filme interessante para ver com os amigos, mas nada que leve a uma discussão sobre o final, como foi o caso da película estrelada por Natalie Portman.
Vale a pena assistir pra ver Jared Leto (30 seconds to Mars) magrinho e mais novo! hahaha
E você, já assistiu o filme?
Beijos,
Becky ♥
domingo, 15 de maio de 2011
Red Velvet
Olá!
Esmaltes são um grande vício meu que começou há pouco mais de um ano. Antiga roedora de unhas, parei lá por 2008 quando passei a ir na manicure semanalmente. Tinha dó de roer as unhas tão bonitas, coloridas. Passei a ficar conhecida por causa de minhas grandes unhas, muitas vezes faziam brincadeirinhas sem graça, mas enfim. No mesmo ano, comecei a fazer minhas próprias unhas por causa de um probleminha. Comprei dois esmaltes, já que pra mim seria algo temporário. Os escolhidos foram dois vermelhos: Gabriela e Carmim, clássicos.
Todo o ritual de fazer as unhas passou a ser uma terapia pra mim, em que perdia horas cuidando, escolhendo o esmalte e acertando todos os detalhes. Passei a acompanhar blogs de moda e comportamento e ficava sabendo dos lançamentos das coleções. Logo fiquei viciada e comprava vidrinhos em todos os lugares que eu ia. Atualmente, tenho 49 deles. Dois comprados esse sábado (14/05), um utilizado nessa semana.
Me inspiro muito nas estações do ano e em como está o tempo pra pintar minhas unhas, ou seja, cores mais escuras e fechadas no inverno, mais claras e abertas no verão.
Após o início da faculdade, não sei se por falta de tempo ou alimentação modificada, minhas unhas se foram. Eram grandes, fortes e agora quebram constantemente, o que sinceramente me deixa bem chateada (oi, fútil). Mesmo assim, faço questão de pintá-las e deixá-las bonitinhas e apresentáveis né? :)
Nessa semana resolvi fazer uma combinação entre um dos meus primeiros esmaltes e um dos últimos que comprei: Carmim e o flocado Flamenco da Hits. Gostei bastante do resultado e quis mostrar pra vocês!


Beijos,
Becky ♥
Esmaltes são um grande vício meu que começou há pouco mais de um ano. Antiga roedora de unhas, parei lá por 2008 quando passei a ir na manicure semanalmente. Tinha dó de roer as unhas tão bonitas, coloridas. Passei a ficar conhecida por causa de minhas grandes unhas, muitas vezes faziam brincadeirinhas sem graça, mas enfim. No mesmo ano, comecei a fazer minhas próprias unhas por causa de um probleminha. Comprei dois esmaltes, já que pra mim seria algo temporário. Os escolhidos foram dois vermelhos: Gabriela e Carmim, clássicos.
Todo o ritual de fazer as unhas passou a ser uma terapia pra mim, em que perdia horas cuidando, escolhendo o esmalte e acertando todos os detalhes. Passei a acompanhar blogs de moda e comportamento e ficava sabendo dos lançamentos das coleções. Logo fiquei viciada e comprava vidrinhos em todos os lugares que eu ia. Atualmente, tenho 49 deles. Dois comprados esse sábado (14/05), um utilizado nessa semana.
Me inspiro muito nas estações do ano e em como está o tempo pra pintar minhas unhas, ou seja, cores mais escuras e fechadas no inverno, mais claras e abertas no verão.
Após o início da faculdade, não sei se por falta de tempo ou alimentação modificada, minhas unhas se foram. Eram grandes, fortes e agora quebram constantemente, o que sinceramente me deixa bem chateada (oi, fútil). Mesmo assim, faço questão de pintá-las e deixá-las bonitinhas e apresentáveis né? :)
Nessa semana resolvi fazer uma combinação entre um dos meus primeiros esmaltes e um dos últimos que comprei: Carmim e o flocado Flamenco da Hits. Gostei bastante do resultado e quis mostrar pra vocês!


Beijos,
Becky ♥
OOTD - Beatles
Olá!
Gostaria de pedir desculpas logo de início pela falta de posts. A semana que passou foi, sem dúvidas, a mais corrida da minha vida por causa de um trabalho da faculdade. Postarei toda a saga aqui em breve.
Qualquer um que tenha lido a minha bio ou me conheça, sabe que sou fã dos Beatles. Muito fã. Frustrada por nunca ter tido a oportunidade de ver os quatro juntos ao vivo, realizei um sonho ao ver pelo menos Paul McCartney, meu favorito, no Morumbi ano passado. Até hoje não acredito que aconteceu e que Ele estava ali.
Costumo passar algumas fases ouvindo muito a banda, o que estava acontecendo em janeiro no ano passado. Por um acaso vi sobre o show da banda cover "All You Need Is Love" e fui com uma amiga, também fã. Era a gravação do DVD e admito que fiquei impressionada. Pareciam os próprios Beatles no palco, com figurino, vozes, trejeitos e diálogos em inglês.
Depois de uma intensa sexta-feira na aula, pude sentar, relaxar e assistir ao grupo mais uma vez, um ano e alguns meses depois. Tempo este que a banda passou fazendo turnê em todo o Brasil. Comparando os dois shows posso dizer, com certeza, que o tempo fez bem. Só melhoraram o que já era perfeito. Os vídeos exibidos no telão eram muito mais interessantes e completavam a performance dos quatro no palco. Foram três horas de show, muitas músicas obviamente ficaram de fora, mas adorei a seleção. Destaque para Oh! Darling, Helter Skelter (Cesar Kiles, Paul McCartney da banda, não decepcionou apesar de estar doente), Because (me surpreenderam com a escolha), I Am The Walrus e alguns sucessos das carreiras solo como Imagine e My Love, interpretadas por Anselmo Ubiratan, maestro da orquestra que acompanha a banda, durante a troca de roupa dos integrantes.
Dividido em quatro partes, todos com figurinos correspondentes às fases representadas, o show é incrível do início ao fim. Interessante a faixa etária dos que estavam presentes. Muitos senhores, o que já era esperado, mas também crianças empolgadas.

Cesar Kiles (Paul McCartney) e Sandro Peretto (John Lennon).
Saí do show com gostinho de quero mais, com todas as músicas na cabeça. Estou divulgando a banda pra todos os meus amigos e leitores do blog. Se eles passarem pela sua cidade, vão! Podem ter certeza que não vão se arrepender! ;)
Desculpa mais uma vez pelo tipo de post. Decidi fazer mais um OOTD porque gostei do look que eu montei. Sim, meus pés não aparecem na foto porque eu estava usando meus oxfords novamente.
Não sei se vai adiantar muito falar sobre as lojas, mas vamos lá!

Regata Beatles - H&M
Jaqueta de couro - Love Culture
Jeans Skinny - Forever 21
Acredito que independente das lojas, é fácil montar o mesmo look com peças que são encontradas aqui :)
E vocês? Gostam dos Beatles?
Beijos,
Becky, love is all you need.
Gostaria de pedir desculpas logo de início pela falta de posts. A semana que passou foi, sem dúvidas, a mais corrida da minha vida por causa de um trabalho da faculdade. Postarei toda a saga aqui em breve.
Qualquer um que tenha lido a minha bio ou me conheça, sabe que sou fã dos Beatles. Muito fã. Frustrada por nunca ter tido a oportunidade de ver os quatro juntos ao vivo, realizei um sonho ao ver pelo menos Paul McCartney, meu favorito, no Morumbi ano passado. Até hoje não acredito que aconteceu e que Ele estava ali.
Costumo passar algumas fases ouvindo muito a banda, o que estava acontecendo em janeiro no ano passado. Por um acaso vi sobre o show da banda cover "All You Need Is Love" e fui com uma amiga, também fã. Era a gravação do DVD e admito que fiquei impressionada. Pareciam os próprios Beatles no palco, com figurino, vozes, trejeitos e diálogos em inglês.
Depois de uma intensa sexta-feira na aula, pude sentar, relaxar e assistir ao grupo mais uma vez, um ano e alguns meses depois. Tempo este que a banda passou fazendo turnê em todo o Brasil. Comparando os dois shows posso dizer, com certeza, que o tempo fez bem. Só melhoraram o que já era perfeito. Os vídeos exibidos no telão eram muito mais interessantes e completavam a performance dos quatro no palco. Foram três horas de show, muitas músicas obviamente ficaram de fora, mas adorei a seleção. Destaque para Oh! Darling, Helter Skelter (Cesar Kiles, Paul McCartney da banda, não decepcionou apesar de estar doente), Because (me surpreenderam com a escolha), I Am The Walrus e alguns sucessos das carreiras solo como Imagine e My Love, interpretadas por Anselmo Ubiratan, maestro da orquestra que acompanha a banda, durante a troca de roupa dos integrantes.
Dividido em quatro partes, todos com figurinos correspondentes às fases representadas, o show é incrível do início ao fim. Interessante a faixa etária dos que estavam presentes. Muitos senhores, o que já era esperado, mas também crianças empolgadas.
Saí do show com gostinho de quero mais, com todas as músicas na cabeça. Estou divulgando a banda pra todos os meus amigos e leitores do blog. Se eles passarem pela sua cidade, vão! Podem ter certeza que não vão se arrepender! ;)
Desculpa mais uma vez pelo tipo de post. Decidi fazer mais um OOTD porque gostei do look que eu montei. Sim, meus pés não aparecem na foto porque eu estava usando meus oxfords novamente.
Não sei se vai adiantar muito falar sobre as lojas, mas vamos lá!

Regata Beatles - H&M
Jaqueta de couro - Love Culture
Jeans Skinny - Forever 21
Acredito que independente das lojas, é fácil montar o mesmo look com peças que são encontradas aqui :)
E vocês? Gostam dos Beatles?
Beijos,
Becky, love is all you need.
domingo, 8 de maio de 2011
OOTD - Dia das Mães
Olá! :)
Hoje é comemorada mais uma daquelas datas festivas que na realidade deveriam ser comemoradas todos os dias.
Sinto pelas pessoas que já perderam suas mães ou até mesmo nunca tiveram a oportunidade de conhecer a mulher que as colocou no mundo. Faço questão de aproveitar a presença da minha e passar o dia com ela.
A família toda almoçou junto e é claro que ela ganhou presentes. Junto estava minha irmã, passando o seu primeiro dia das mães oficial, depois do nascimento do meu sobrinho Nicholas, em junho do ano passado.

Não pretendo falar muito sobre minha vida pessoal aqui mas como é uma data especial decidi pensar em algo legal pra fazer e não deixar em branco. A minha escolha foi realizar um Outfit Of The Day, uma seção que pretendo manter aqui no blog. Basicamente fotografo a roupa que usei naquele dia e torço para que gostem.

Oxfords - Renner
Meias 3/4 - Marisa - R$ 11,90
Saia cintura alta - M - coleção antiga
Varsity Jacket - Renner - R$ 49,90
Como foi o seu dia das mães? Deixe um comentário :)
Beijos,
Becky ♥
Hoje é comemorada mais uma daquelas datas festivas que na realidade deveriam ser comemoradas todos os dias.
Sinto pelas pessoas que já perderam suas mães ou até mesmo nunca tiveram a oportunidade de conhecer a mulher que as colocou no mundo. Faço questão de aproveitar a presença da minha e passar o dia com ela.
A família toda almoçou junto e é claro que ela ganhou presentes. Junto estava minha irmã, passando o seu primeiro dia das mães oficial, depois do nascimento do meu sobrinho Nicholas, em junho do ano passado.

Não pretendo falar muito sobre minha vida pessoal aqui mas como é uma data especial decidi pensar em algo legal pra fazer e não deixar em branco. A minha escolha foi realizar um Outfit Of The Day, uma seção que pretendo manter aqui no blog. Basicamente fotografo a roupa que usei naquele dia e torço para que gostem.

Oxfords - Renner
Meias 3/4 - Marisa - R$ 11,90
Saia cintura alta - M - coleção antiga
Varsity Jacket - Renner - R$ 49,90
Como foi o seu dia das mães? Deixe um comentário :)
Beijos,
Becky ♥
sábado, 7 de maio de 2011
Água Para Elefantes
Ontem (6/05) fui conferir o novo filme de Robert Pattinson e Reese Witherspoon, "Água Para Elefantes". Nem percebi o tempo passar de tão envolvida na trama. Como adoro histórias de época e os dois atores, era a escolha perfeita.
Nele, Pattinson vive Jacob Jankowski, estudante de veterinária prestes a se formar e que vê seu futuro planejado sofrer uma reviravolta quando seus pais morrem em um acidente e fica sem dinheiro algum. Livre pelo mundo, sem ter para onde ir, toma a decisão que muda sua vida para sempre: sobe em um trem que pertencia ao circo Benzini Bros. Trabalhando em condições péssimas, ganha a simpatia do dono do circo August e de sua esposa, por quem se apaixona, Marlena (Witherspoon).
Acompanhamos a trama de amor proibido entre Jacob e Marlena através de cenas belíssimas dos circos dos anos 30, período de crise americana.
Recomendo a todos que gostam de romances de época. Os atores não decepcionam, principalmente Pattinson, conhecido por sua atuação em Crepúsculo, que aparentemente procura agora papéis mais maduros.
Beijos,
Becky ♥
Nele, Pattinson vive Jacob Jankowski, estudante de veterinária prestes a se formar e que vê seu futuro planejado sofrer uma reviravolta quando seus pais morrem em um acidente e fica sem dinheiro algum. Livre pelo mundo, sem ter para onde ir, toma a decisão que muda sua vida para sempre: sobe em um trem que pertencia ao circo Benzini Bros. Trabalhando em condições péssimas, ganha a simpatia do dono do circo August e de sua esposa, por quem se apaixona, Marlena (Witherspoon).
Acompanhamos a trama de amor proibido entre Jacob e Marlena através de cenas belíssimas dos circos dos anos 30, período de crise americana.
Recomendo a todos que gostam de romances de época. Os atores não decepcionam, principalmente Pattinson, conhecido por sua atuação em Crepúsculo, que aparentemente procura agora papéis mais maduros.
Beijos,
Becky ♥
Começar do zero
Meu nome é Rebecca, mas prefiro que me chamem de Becky. Provavelmente é a milésima vez (sem exageros) que começo um blog. E pela milésima vez não sei o que escrever no post inicial. Sou da geração que cresceu fazendo blogs no "weblogger", usando templates rosa e cheios de bichinhos fofos, com nomes ridículos. Naquela época me chamavam de Rê.
Posso dizer que muito daquela menina se perdeu, mas não posso negar que a vontade de fazer blogs era porque eu queria escrever. Sempre gostei de escrever e ler. Não estou fazendo jornalismo a toa.
Esse pode ser mais um que será abandonado, mas farei o possível para que não. O sentimento vivido na infância voltou. Talvez seja para valer.
Pretendo postar aqui as minhas opiniões sobre as coisas e acontecimentos em geral. Não prometo assiduidade, ultimamente ando procurando a fórmula para acrescentar mais horas ao dia, 24 não são o bastante para mim.
Carrego comigo algumas paixões que me influenciam fortemente e aparecerão constantemente por aqui, além de meus pequenos consumos de adolescente.
Assim como não sabia muito bem onde começar ou pra onde iria esse texto inicial, também não sei como terminar. Só sei que pretendo preparar muitos posts para os próximos dias e ter coisas interessantes por aqui.
Por enquanto, não tenho mais nada a dizer.
Caso voce tenha lido isto, deixe um comentário e se quiser, me segue no twitter, @beckyhudg.
Beijos,
Becky. ♥
Posso dizer que muito daquela menina se perdeu, mas não posso negar que a vontade de fazer blogs era porque eu queria escrever. Sempre gostei de escrever e ler. Não estou fazendo jornalismo a toa.
Esse pode ser mais um que será abandonado, mas farei o possível para que não. O sentimento vivido na infância voltou. Talvez seja para valer.
Pretendo postar aqui as minhas opiniões sobre as coisas e acontecimentos em geral. Não prometo assiduidade, ultimamente ando procurando a fórmula para acrescentar mais horas ao dia, 24 não são o bastante para mim.
Carrego comigo algumas paixões que me influenciam fortemente e aparecerão constantemente por aqui, além de meus pequenos consumos de adolescente.
Assim como não sabia muito bem onde começar ou pra onde iria esse texto inicial, também não sei como terminar. Só sei que pretendo preparar muitos posts para os próximos dias e ter coisas interessantes por aqui.
Por enquanto, não tenho mais nada a dizer.
Caso voce tenha lido isto, deixe um comentário e se quiser, me segue no twitter, @beckyhudg.
Beijos,
Becky. ♥
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