Sexta-feira, frio em São Paulo, decidi deitar cedo e assistir a um filme embaixo das cobertas quentinhas. Escolhi um que adquiri há poucos dias nas Americanas (Meu deus, se você curte filmes clássicos, eles têm promoções de DVDs por R$13!!!), da Audrey Hepburn, Uma cruz à beira do abismo.
Pra começar, eu gosto muito da Audrey, é uma atriz que eu admiro tanto pelo trabalho, quanto pela beleza (interna e externa), a história de vida, o quanto ela ajudou o mundo, enfim, diversos motivos. Tenho coleções de vários filmes dela e sempre que vejo um que não tenho, já compro sem nem saber do que se trata, ainda mais por esse precinho né?
Já sabia que não seria lá aquelas coisas, já que no filme a Audrey vive uma freira e tal, bem diferente dos outros papéis dela, mas resolvi assistir mesmo assim. Pior escolha que eu poderia ter feito. O filme tem 2h30 mas parece durar uma eternidade. Juro, eu parei de prestar atenção diversas vezes e o filme não acabava.
A história é até interessante… Hepburn faz o papel de uma freira, com muita dificuldade para cumprir seus votos, filha de um conhecido médico e que sonha em ser enfermeira no Congo. Acompanhamos a trajetória no convento, seus estudos, seus outros trabalhos antes de finalmente conseguir o trabalho dos sonhos. Lá ela se destaca, porém retorna ao seu país (Bélgica) quando rompe a II Guerra Mundial. Confesso que depois disso, desisti do filme por ser extremamente monótono. Nem vi o final mas também não tenho muito interesse em saber o que aconteceu depois disso.
O filme foi indicado a 8 Oscars, incluindo melhor filme (WTF). É de 1958 (o que não diz nada…). Tão importante, tem uma menção mínima em um livro que tenho da Audrey, " O sucesso de seu casamento com Ferrer, as boas críticas e sucesso nas bilheterias de Uma Cruz à beira do abismo…" Só. SÓ.
Eu não recomendo.
Beijos,
Becky ♥
Blockbuster de 1958. Precisa de algo mais? Hihi.
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